segunda-feira, 15 de setembro de 2008

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Esse inabalável desejo de sermos nós em nós mesmos, sendo o que somos, num momento ou reencontro, é um instante, um suspiro, que damos e não encontra-mos? O que nos diz o sopro que se aconchega ao corpo, nesta noite em que o frio fica sozinho? Meu, minha, nossa, tua, flor que me caminha.

1 comentário:

Anónimo disse...

não conhecia esta tua faceta :)gosto da flor que caminha, das noites frias e da reflexão que faço agora que te leio...
não há nada melhor do que sermos nós mesmos
(eu sou sempre eu, mas ás vezes tenho azar...)

beijos :)