segunda-feira, 14 de julho de 2008

“Caixinha de Surpresas”

A vida, a vida é? Como muitas pessoas gostam de dizer uma “caixinha de surpresas”, com bolinhas cor-de-rosa, pintada nas cores que cada um, na sua imaginação infantil, assume como sua. É o sentir, o viver respirando o amor, o afecto peito com peito, o perder e ficar surpreendido com a reconstrução que acontece sem sabermos como. Um amanhã perdido, num hoje nunca completo, porque o perfeito é um imperfeito presente na natureza de sermos apenas, eu e «tu»! Ela é, como queremos que seja, ou será como nos faz, vivenciando cada instante, (pausadas e apressadas passadas), ela é o esplendor de sol numa pincelada de azul, aguarela despida na ausência em nós.

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