sexta-feira, 23 de maio de 2008

O começo

Foi ontem que cruzei aquela porta de ferro amarela. Já fez um ano, que aqui cheguei sem nada esperar, sem nada trazer, era eu e a minha pasta castanha. Presentes, eram estes, os “mesmos”, juntando-lhes os “novos”, que agora são outros. Se à coisa que sabia na altura, é o que sei hoje, sou-me apenas eu, nada mais, nada menos.

Tinha aceite este compromisso um mês antes, apalavrado em mesa redonda, entre dois cigarros, selado a aperto de mão e com as seguintes palavras “Vamos carregar-te como um burro”.

Estava farto de estar parado, fazia um ano que estava sem actividade e isso incomodava-me. Não sabia o que me esperava, também não perguntei, não era o que ia fazer que me movia, era o fazer.

2 comentários:

as velas ardem ate ao fim disse...

so para deixar um bjinho e um sorriso

GS disse...

... por vezes, tomamos decisões assim...

... por vezes, não fazer nada também cansa...

Sensibilizada pelo olhar em 'fragmentos'

Um beijo, neste noite que continua chuvosa e fria...